OS DONS MINISTERIAIS DO ESPÍRITO SANTO


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APÓSTOLOS (específicos) Definição à Aqueles que foram especificamente incumbidos pelos Senhor ressuscitado, de estabelecer a Igreja e a mensagem original do evangelho. – Referências Gerais - At. 4:33-37; At. 5:12, 18-42; At. 6:6; At. 8:14,18. At. 11:1; At. 15:1-6; At. 16:4; I Co. 9:5; I Co. 12:28,29; Gl. 1:17; Ef. 2:20; Ef. 4:11; Jd. 17. Exemplos Específicos: Os 12 Apóstolos: Mt. 10:2; Mc. 3:14; Lc. 6:13; At. 1:15-26; Ap. 21:14; Paulo: Rm. 1:1; Rm. 11:13; I Co. 1:1; I Co. 9:12; II Co. 1:1; Gl. 1:1; I Tm. 2:7. Pedro: 1 Pe. 1:1; II Pe. 1:1.

APÓSTOLOS (gerais) Qualquer mensageiro comissionado para ser missionário ou desempenhar outras responsabilidades especiais. – Referências Gerais - At. 13:1-3; I Co. 12:28, 29; Ef. 4:11. Exemplos Específicos - Barnabé: At. 14:4, 14; Andrônico e Júnia: Rm. 16:7; Tito e outros: II Co. 8:23; Epafrodito: Fp. 2:25; Tiago, irmão de Jesus: Gl. 1:19.

PROFETAS Aqueles que falavam sob a inspiração do Espírito Santo transmitindo a mensagem de Deus a Igreja, cuja principal motivação e preocupação estavam voltadas à vida espiritual e à pureza desta. – Referências Gerais - Rm. 12:6; I Co. 12:10; I Co. 14:1-33; Ef. 4:11; I Ts. 5:20, 21; I Tm. 1:18; I Pe. 4:11; I Jo. 4:1-3. Exemplos Específicos - Pedro: At. 2:14-40; At. 3:12-26; At. 4:8-12; At. 10:34-44; Paulo: At. 13:1, 16-41. Varias pessoas: At. 13:1. Judas e Silas: At. 5:32. João: Ap. 1:1, 3. Ap. 10:8-11; Ap. 11:18.

EVANGELISTAS Aqueles que são capacitados por Deus para proclamar o evangelho aos não-salvos. – Referências Gerais - Ef. 4:11. – Exemplos Específicos - Filipe: At. 8:5-8, 26-40; At. 21:8. Paulo: At. 26:16-18.

PASTORES (Pb. Ou Anciãos) Aqueles que são escolhidos e capacitados para supervisionar a Igreja e cuidar de suas necessidades espirituais. – Referências Gerais - At. 14:23; At. 15:1-6, 22, 23; At. 16:4; At. 20:17-38; Rm. 12:8; Ef. 4:11-12; Fp. 1:1; I Tm. 3:1-7; I Tm. 5:17-20; Tt. 1:5-9; Hb. 13:17; I Pe. 5:1-5. Exemplos Especificos - Timotéo: I Tm. 1:1-4; I Tm. 4:12-16; II Tm. 1:l-6; I Tm. 4:2-5. Tito: Tt. 1:4-5. Pedro: I Pe. 5:1. João: I Jo. 2:1, 12-14. Gaio: III Jo. 1:7.

DIÁCONOS Aqueles que são escolhidos e capacitados para prestar assistência prática aos membros da Igreja. - Referências Gerais - At. 6:1-6; Rm. 1:2, 7; Fp. 1:1; I Tm. 3:8-13; I Pe. 4:11. - Exemplos Específicos - Os sete diáconos: At. 6:5. Febe: Rm. 16:1,2.

PROFESSORES (Mestre) Aqueles que são capacitados a esclarecer e explicar a Palavra de Deus a fim de edificar a Igreja. – Referências Gerais - Rm. 12:7; Ef. 4:11, 12; Cl. 3:16; I Tm. 3:2; I Tm. 5:17; II Tm. 2:2, 3. - Exemplos Especificos - Paulo: At. 15:35; At. 20:20; At. 28:31; Rm. 12:19-21; Rm. 13:8-10; I Co. 4:17.

AJUDANTES Aqueles que são capacitados para o desempenho de várias atividades auxiliares. – Referências Gerais - At. 13:1-3; I Co. 12:28, 29; Ef. 4:11. Exemplos Especificos - Paulo: At. 20:35, Lídia: At. 16:14, 15. Gaio: III Jo. 5:8.

ADMINISTRADORES Aqueles que são capacitados a orientar e supervisionar as várias atividades da Igreja. – Referências Gerais - Rm. 12:8; I Co. 14:3; I Ts. 5:11, 14-22; Hb. 10:24, 25.Exemplos Específicos - Barnabé: At. 1:23, 24; At. 14:22. Paulo: At. 14:22; At. 16:40; At. 20:1; Rm. 8:26-39; Rm. 12:1, 2; II Co. 6:14, Gl. 5:16.-26. Judas e Silas: At. 15:32; At. 16:40. Timotéo: I Ts. 3:2; II Tm. 4:2. Tito: Tt. 2:6, 13. Pedro: I Pe. 5:1, 2. João: I Jo. 2:15-17; I Jo. 3:1-3.

DOADORES Aqueles que são capacitados para livremente doar seus recursos para suprir as necessidades do povo de Deus. – Referências Gerais - At. 2:44, 45; At. 4:34, 35; At. 11:29, 30; I Co. 16:1-4; II Co. 8:9; Ef. 4:28; I Tm. 6:17-19; Hb. 13:16; I Jo. 3:16-18. – Exemplos Específicos - Barnabé: At. 4:36, 37. Os cristãos na Macedônia: Rm. 15:26, 27; II Co. 8:1-5. Os cristãos na Acaia: Rm. 15:26, 27; II Co. 9:2.

CONSOLADORES Aqueles que são capacitados a oferecer conforto, através de seus atos de misericórdia, àqueles que se encontram em situações de desespero. – Referencias Gerais - Rm. 12:8; II Co. 1:3-7. Exemplos Específicos - Paulo: II Co. 1:4; Os cristãos hebreus: Hb. 10:34; Varios cristãos: Cl. 4:10, 11. Dorcas: At. 9:36-39.

A INTEGRIDADE DO MINISTÉRIO

Hoje, mais do que nunca, faz-se necessário reavaliar os dogmas do ministério cristão. Isso porque as inovações são assustadoras. Com elas somos testemunhas de mudanças de postura e visão Bíblica deturpadas, que indicam transformações radicais entre o que a Bíblia afirma. A integridade do ministério vai se esgotando pela ingerência de obreiros sem nenhuma experiência no ensino, pastoreio, liderança, mas acima de tudo, sem o dom para a determinada atividade, em especial, a de Mestre ou doutor na Palavra.

Dado a isso, os valores cristãos tendem a perder seus referenciais tão valorizados e não menos necessários à Igreja (o Corpo real de Cristo).

Paulo exorta os fiéis à não se dobrarem às falácias e ensinos absurdos: “NINGUEM VOS ENGANE COM PALAVRAS VÃS; PORQUE POR ESTAS COISAS VEM A IRA DE DEUS SOBRE OS FILHOS DA DESOBEDIÊNCIA. PORTANTO NÃO SEJAIS SEUS COMPANHEIROS” – Ef. 5:6-7.

Quando o apóstolo ensina, fala com autoridade, não de homens, mas de Deus, pelo ministério revelado a ele, aos profetas e apóstolos da Igreja, pelo Espírito, para reger a Dispensação da Graça – tempo da Igreja -, conforme Efésios 3:2-5.

Equivale afirmar que a Igreja não vive de idéias iluministas, mas de mentes iluminadas pelo Espírito, o que faz cair por terra as inovações – necessidades humanas que acabam por preencher o apelo do orgulho humano.

Paulo deixa claro que foi feito – por esta revelação – ministro de Cristo, “PELO DOM DA GRAÇA DE DEUS, QUE ME FOI DADO SEGUNDO A OPERAÇÃO DO SEU PODER” – Ef. 3:7.

Obreiros não brota como ervas daninhas, aliás, não brota, mas como diz o apóstolo “FUI FEITO”. Não é o que ocorre com as novas e contextualizadas nomenclaturas com as quais se FABRICAM FUNÇÕES ECLÉSIAS “.

Ora, não podemos seguir a frente, prosseguir, cumprir os preceitos divinos se não submetermos aos caminhos estabelecidos na Palavra, pela revelação dada a Paulo. E isso é perfeitamente reconhecido até mesmo pela mente humana – não digo quanto à revelação dos mistérios, mas com respeito ao sistema, à ordem – como o apóstolo afirma em Romanos 12, para que ofereçamos o nosso culto com a razão (logiken, no grego). Este termo – logikos – era muito comum entre os gregos, para indicar a racionalidade humana e sua divergência dos animais.

No mesmo contexto de aos Romanos Paulo fala da mente renovada – “A RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO”, para compreensão da profundidade dos mistérios de Deus. Só assim é possível oferecer o culto em forma de sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Aqui o apóstolo usa um antagonismo, uma vez que o sacrifício a Deus caracterizava-se pela imolação da vítima. Portanto, esta não poderia permanecer viva. Contudo, há de se considerar a racionalidade da oferta dentro da renovação do entendimento e também pela observação da nova Dispensação.

DIGNIDADE MINISTERIAL

Paulo escreve Efésios 4: 1 - “...QUE ANDEIS COMO É DIGNO DA VOCAÇÃO COM O QUE FOSTE CHAMADOS”.

Creio não ser possível andar com a dignidade de uma vocação dada por Deus “com o que fostes chamado”, dominado por outra função. Nisto sabemos que aqueles que detém a vocação de evangelista – hoje tão desprezada e usada somente como título dentro da “hierarquia ministerial”, algo inexistente na lista de dons dados pelo Senhor – deve detê-la para uma atividade específica, não correspondente a de pastor, por exemplo.

Deve-se notar ainda que ministério ou a vocação para efetiva atividade eclesial é outorgada por Deus. Só assim o homem foge dos desejos humanos e pode manter “a unidade do Espirito pelo vínculo da Paz”, (v.3).

Ministério ou função eclesial não é algo que se usa para fazer politica, equilibrar disparidades, contentar amigos, premiar as esposas, por maior que seja a injustiça a que são submetidas, ou ainda servir de degrau para o crescimento como se pudesse existir uma escala de crescimento de um título para outro.

Considera-se ainda o cargo assumido com determinada ação eclesial, conforme o ministério descritos nas epístolas paulínias, e atividades dadas por vocação para a distribuição dos mistérios de Cristo (v.4), sem que haja, necessariamente, nomenclatura oficializada por consagração ministerial. Essa vocação esta no próprio trabalho, potencializado pelo autoridade espiritual. É o caso do profeta - o que profetiza -, que o é oficializado não pela imposição de mãos, mas pela natureza de sua atividade vocacional.

Neste caso a gradação é vista por meio da “medida do dom de Cristo” (v.7) e tem mais que ver com o organismo (vivo) – a Igreja como Corpo de Cristo – que com a organização (administração).

O que quero deixar claro é que foi o próprio Cristo quem “deu dons aos homens”, (v8). Não é o homem que proporciona ou estabelece os dons ministeriais.

“Ele mesmo deu uns para:
  • Apóstolo, e outros para
  • profetas, e outros para
  • evangelistas, e outros para
  • pastores e
  • doutores.
Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da Fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente” – Ef. 4:11-15.

A conformidade da Igreja a uma mentalidade mundana nas relações humanas produz uma visão distorcida dos outros membros do corpo.

Considera-se, então, não a visão meramente humana para a direção das coisas divinas, mas a revelação dos mistérios de Deus em Cristo, pelo Espírito que, a partir desse conceito, estabelece no obreiro os “charimata” – dons.

“O ministério vem de cima. É um dom de Deus. Deve ser posto na Igreja por Deus como servidor do Corpo de Cristo e para o bem comum de todos”, necessitamos observar o seguinte:
  • É Deus quem dirige e põe um ministro (At. 13:1, 3 e Lc. 10:2).
  • Os ministros reunidos concordam com a chamada (At. 13:3 e I Tm. 4:14; II Tm. 1:6). Nestas passagens, da para entender, conforme o seu comentário, “que a imposição das mãos dos presbíteros de que Paulo fala” se encaixa no contexto de II Tm. 1:6 - “POR ESTE MOTIVO, TE LEMBRO QUE DESPERTES O DOM DE DEUS, QUE EXISTE EM TI PELA IMPOSIÇÃO DAS MINHAS MÃOS”. Portanto, aqui, não se faz referências à imposição de mãos para o dom ministerial, mas de “obreiros experimentados no trabalho do Senhor ou velhos”;
  • “A Igreja é que, reunida em assembléia, tem o direito de aceitar ou não, pois esta é a lei do livre-arbítrio posta por Deus, mesmo no meio do seu povo. Alias, desde os primórdios do cristianismo sempre a última decisão veio da Igreja, até no primeiro concílio ou convenção (At. 15:22; 6:3, 6).
VOCAÇÃO

Outro ponto que deve ser observado com a maior intrepidez possível é a vocação. Dentro desse contexto, mesmo que não diretamente, a Bíblia afirma que “muitos são chamados, mas poucos escolhidos”.

A “escolha” de uma atividade eclesiástica é muito delicada. É preciso atentar para a perfeita vontade do dono da obra. O aspirante ao ministério deve mostrar-se cuidadoso à essa questão, antes de envolver-se definitivamente a uma atividade especifica na obra do Senhor.

Temos exemplos na Igreja de filhos de reconhecidos evangelistas, de homens eloquentes na pregação da Palavra, mas que não seguiram os caminhos de seus pais. Isso porque sua vocação era completamente diferente da do seu pai. Embora tenham sofrido influência e fidelidade do pai, hoje são exímios ensinadores, administradores, pastores, entre outras funções eclesiásticas, que fogem totalmente daquela que pensamos ser a ideal.

Hoje temos muitos testes vocacionais que indicam com precisão incrível a aptidão de uma pessoas. Os jovens costumam fazê-lo antes de tentas um vestibular, para saber qual o seu chamamento. São testes simples, que vão mostrando respostas que coincidem com a tendencia, queda, gosto, domínio ou desejo pessoais.

Na Igreja não é diferente. Ninguém recebe um dom que não coincide perfeitamente com aquilo que já predispõe. Mas antes dele aparecer, o obreiro – seja um aspirante, auxiliar, cooperador ou não -, deve seguir sua vocação e investir nela.

Se a pessoa tem facilidade para falar de Jesus, não deve ter dúvidas e usar bem o tempo. Investir nessa facilidade até que o Senhor confirme o seu dom de evangelista.

Não se deixe leva por nomenclaturas humanas, desvios das regras e indicações bíblicas, com títulos que servem para mexer tão-somente com o orgulho. É justamente nessa fase que começa a queda e a conseqüente interrupção do crescimento para a confirmação do dom espiritual.

Só aceite ser nomeado missionário se você realmente é um enviado para além-fronteiras (ou além-cultura, ou além-língua). Se você não é ministro, não se empolgue a exploração de sua inocência, ignorância ou simplicidade ao assunto em questão. O ato de fazer média é sempre uma forma que “procura agradar, criar para si uma boa situação junto a alguém, a um grupo, visando tirar proveito”. Muitos ávidos por uma nomenclatura ou títulos, caem nessa armadilha.

OS ESCOLHIDOS

Dentre os escolhidos destacam-se os vocacionados para ocupar-se de determinadas funções e ministérios na Igreja de Cristo. Se a pessoa não é vocacionada para determinada função, só vai atrapalhar, mesmo quando ela não tem maldade nenhuma e até procura acertar.

Vocação (do latim vocare) é sinônimo de chamado, com o significado de “chamado interior de amor” ou “chamado de amor para um fazer (fazer amor)”. Fazer, mesmo sem nenhum ganho. Vocação é diferente de profissão, embora possa ser transformada em profissão. A um adagio popular que diz que o amante profissional atua por valor, mas o amante vocacional realiza por amor. O que atua por vocação encontra o prazer na propria ação.

Como vocacionado, por sugestão de Platão, os politicos não deveriam ter posses. “Bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos”.

Alem do ato de convocação (vocacionado), vocação pode significar escolha, tendência, talento e aptidão.

A Bílbia exorta o cristão a andar na própria vocação “ROGO-VOS, POIS EU, O PRESO DO SENHOR, QUE ANDEIS COMO É DIGNO DA VOCAÇÃO COM QUE FOSTES CHAMADOS”- Ef. 4:1. Fica claro que não há como atuar no ministério cristão sem antes possuir vocação, pois somos convocados ao ministério (como ministros do Evangelho) pelo Senhor, a partir de determinada tendência, que se confirma na pratica do ministério cristão.

Estabelece o tipo, modelo e até a nomenclatura ministerial, como diz Paulo: “DE MODO QUE, TENDO DIFERENTES DONS, SEGUNDO A GRAÇA QUE NOS É DADA: SE É PROFECIA, SEJA ELA SEGUNDO A MEDIDA DA FÉ; SE É MINISTÉRIO, SEJA EM MINISTRAR; SE É ENSINAR, HAJA DEDICAÇÃO AO ENSINO; OU O QUE EXORTA, USE ESSE DOM EM EXORTAR; O QUE REPARTE, FAÇA-O COM LIBERALIDADE; O QUE PRESIDE, COM CUIDADO; O QUE EXERCITA MISERICÓRDIA , COM ALEGRIA” – Rm. 12:6-8.

Um exemplo de vocação está na vida e descobertas do judeu Albert Einstein. O cientista da fisica matematica e teórica, Einstein diz que “A mente que se abre a uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original”. Ele tinha cinco anos de idade, quando ganhou uma bússola de seu tio Jake (Jacó). Era uma garoto distraído, mas sentiu-se atraido por aquela agulha que vibrava, motivada por uma força desconhecida. 

A partir daí, ele começou a perceber a relação causa-efeito. Curioso perguntou ao seu tio Hermann a origem daquilo, que para ele era um mistério. A resposta traria um impacto fabuloso na vida do garoto Einstein: “Sempre que você não souber algo, chame de xis e investigue”.

Sempre humilde e desinteresseiro Albert dizia: “Não ambiciono dinheiro, honrarias ou titulos. Não aspiro aplausos. O que mais prezo na vida é ser entendido e apreciados pelos que comigo trabalham”.

Einstein não se importava com o seu esteriótipo, menos ainda com a vestimenta dos outros. “Que importância tem a vestimenta de alguém? São as roupas que melhoram ou pioram o ser humano?”, perguntava. Entre as resposta dadas a sua mulher Elza, dizia: “Mau seria se o saco fosse melhor que o cereal que vai nele”.

Vemos na vida do cientista Einsteins alguns exemplos além da questão da vocação. A primeira é que ele recebeu a devida e sábia orientação de seu tio. E isso é o que precisamos ter nas Igrejas. Pessoas sábias (com capacidade de explorar a inteligência) e aptas para descobrir valores, aconselhar e mostrar caminhos.

O vocacionado realiza sua atividade por amor, enquanto para Platão, também citado acima, bastava o privilégio de cuidar do bem-estar de todos, Einstein não demostrava ser um homem ávido por riquezas.A maior riqueza que um homem pode alcançar está na passagem de Colossences 2:2 à-“PARA QUE OS SEUS CORAÇÕES SEJAM CONSOLADOS, E ESTEJAM UNIDOS EM CARIDADE E ENRIQUECIDOS DA PLENITUDE DA INTELIGÊNCIA, PARA CONHECIMENTOS DO MINISTÉRIO DE DEUS – CRISTO”.

CONSAGRAÇÃO

Estes homens não foram consagrados (separados) para esse tipo de ministério, mas distinguidos dos demais por meio da ação do Espirito Santo na operação dos dons. São ministérios que não fazem parte da lista dos que se distinguem por meio da separação, mas por outro lado, a ação do Espirito na vida desses homens é incontestável. A marca é o próprio fruto ministerial. Além de patente, equilibrado, crescente e constante, jamais mostra-se sazonal.

A honra transportada do Espirito por esta ação ninguém pode tomar para si. Quando Paulo fala da distribuição de dons ministeriais em Efésios, diz “E ELE MESMO (autos, um pronome enfático) DEU UNS PARA APÓSTOLOS, E OUTROS PARA EVANGELISTAS, E OUTROS PARA PASTORES E DOUTORES” como líderes competentes para sua Igreja (4:10). 

Paulo aqui faz uma distinção entre os dons da graça concedido pelo Espirito Santo ao crente individualmente e aquelas cinco categorias de pessoas competentes escolhidas pelo próprio Senhor para proclamar a Palavra e Liderar sua Igreja Universal.

Alias, todos os ministérios refletem essa ideia, e para tanto seus detentores buscavam sensibilidade à oração e ao jejum (consagração a Deus). Sua vidas eram a absorvidas pelo serviço exclusivo a Deus. A ideia aqui é de prestar a Deus culto por meio da adoração – “servindo ao Senhor”.

HIERARQUIA

Não existe do ponto de vista bíblico e espiritual a hierarquização que se nota no plano humano, a partir de uma escada, que dá ascensão de um ministério a outro. O ministério é único, o dom é que varias entre os homens.

Por exemplo, o diácono não deve ser separado já de olho no presbitério e este olhando para o pastorado. Quando Paulo diz que aqueles que servirem bem alcançarão boa posição no ministério, não indica a passagem de um ministério para outro “maior” – os ministérios são iguais em valores -, mas sim a posição diferenciada por sua dedicação naquela atividade. Equivale afirmar que a dedicação ocasionará destaque dentre todos, naquela mesma função.

Mas por que o ministro pode possuir dons espirituais se ele já possui dom ministerial? Ora, além da própria necessidade em função da natureza da atividade, existe a junção de interesses pela ação espiritual.

Em determinadas circunstâncias, a imposição do próprio trabalho de um ministro do Evangelho exige esse agrupamento.

O dom da Palavra de Sabedoria – “POIS A UM PELO ESPIRITO É DADA A PALAVRA DA SABEDORIA; A OUTRO A PALAVRA DA CIÊNCIA”- I Co. 12:8, por exemplo -, faz parte da necessidade de cada elemento que participa da construção da casa espiritual.

DIACONATO :

A palavra diácono é originária do vocábulo grego “DIAKONOS” e significa mordomo, aquele que administra o serviço, cuida, promove.

No dicionário do Novo Testamento Grego, oferece a definição de diácono: Garçom, servo, administrador e ministro. 

Na Grécia clássica, diácono era encarregado de levar as iguarias à mesa, e manter sempre satisfeitos os convidados.

INSTITUIÇÃO DO DIACONATO

Surgiu de uma premente necessidade da Igreja Primitiva: o socorro às viúvas, o crescimento da Igreja, o descontentamento social, etc...(Atos 6:1-7).

PORQUE A IGREJA PRECISA DE DIÁCONOS ?

Porque é um modelo neotestamentário, o motivo principal que nos faz reconhecer a necessidade da existência do diaconato nas igrejas de hoje.

Os setes foram eleitos e separados para realizar em sua igreja um tipo de serviço que ainda hoje se faz necessário em nossos dias. Vejamos:
  • Deixar desembaraçados os ministros
  • Promover a paz nas igrejas.
  • Promover o bem-estar dos crentes
  • Para reforçar a liderança.
QUALIFICAÇÕES DO DIÁCONO

Modelo dos Sete - Atos 6:3-8
  • Precisa ser de boa reputação
  • Sete homens do Livro de Atos deveriam ser pessoas “cheias do Espírito Santo” – “Cheio de fé e poder”.
  • Precisam ser pessoas cheias de sabedoria.
  • Devem ser pessoas cheias de fé.
Modelo que Paulo apresenta - Timóteo - I Tm. 3:8-13
  • Não de língua dobre - (pessoas que perante um auditório dizem uma coisa, e já perante outro auditório dizem outra bem diferente). – v.8
  • Não dado a muito vinho - (pessoas que esteja envolvida em negócios de bebidas alcoólicas). – v.8
  • Não cobiçoso de torpe ganância - (não deve amar o dinheiro). – v.8
  • Sérios - Pessoas tenham interiormente dignidade. (Não se refere à qualidade do rosto da pessoa, nem ao seu comprimento).
  • Que guardem o mistério da fé em uma pura consciência - (pessoas de grandes convicções).
  • Provados à-(experimentado em sua posição).
  • Que sejam irrepreensíveis - (isento de má ação).
  • Marido duma só mulher e que governe bem sua casa - (a pessoa precisa fazer um exame em seu próprio lar).
Conclusão das qualidades exigidas:
  • O diácono deve desejar ser tudo quanto Deus quer que ele seja.
  • Deve estar resolvido a ser a melhor pessoa possível.
  • Deve estar mal satisfeito com o que é no presente.
  • Deve compreender que aquilo que ele poderá vir a ser, só o conseguirá mediante o crescimento espiritual; e que, por isso, deve crescer na graça.
EVANGELISTA

O termo evangelista deriva-se do - Grego - EUGGELISTÉS, e quer dizer mensageiro de Boas-Novas. Notórios líderes da Igreja possuíam esse maravilhoso dom. O Apóstolo Paulo, entre outros dons ministeriais e espirituais, foi um deles, mas sempre reconheceu o domínio divino: “DO QUAL FUI FEITO MINISTRO SEGUNDO O DOM DA GRAÇA DE SEU PODER – Cl. 1:23”.

Temos visto hoje poucos evangelistas, pois é um dom que foi sufocado pelas nomenclaturas inovadoras como a de missionário. Hoje esposas ganham esse tão glorioso titulo somente como forma de acomodação. Obreiros – tanto homens quantos mulheres -, que poderiam realizar um bom trabalho como evangelistas, recebem o titulo de missionário e saem por aí dizendo realidade, uma vez que missionário quer dizer à enviado, função que tornou a posição do apóstolo. “IDE QUE VOS ENVIO...” E “IDE POR TODO O MUNDO”.

Tivemos no Brasil exemplos de homens enviados, missionários que honraram tanto o ministério quanto a função. Como evangelista tivemos o saudoso Bernard Johnson, e o batista Billy Grahan.

Quando alguém recebe imposição de mãos para evangelista, não se sente completo no ministério, visto que ainda lhe falta a consagração a pastor. O corpo de Cristo é composto por pessoas dotadas de dons que diferem dos outros em grandeza. Entretanto, quando isto acontece, sobretudo no ministério do obreiro, ele se salienta no corpo ministerial com autoridade, exerce o dom que o Senhor Jesus lhe deu.

É importante ter o conhecimento de Paulo, sua convicção e dizer como ele: CONTANTO QUE CUMPRA COM ALEGRIA A MINHA CARREIRA, E O MINISTÉRIO QUE RECEBI DO SENHOR JESUS – Porem, ele mesmo adverte a Timotéo o que podemos tomar para nós: “CONSERVA O MODELO...” – II Tm. 1:13. E ainda: PROPONDO ESTAS COISAS AOS IRMÃOS SERÁS BOM MINISTRO DE JESUS – I Tm. 4:6.

PRESBITÉRO

O Presbitério como forma de governo, já existia nas sinagogas judaicas. Elas eram dirigidas por “um conselho de anciãos, características da constituição judaica (Nm. 11:16-17). Estes, juntamente com o sumo-sacerdote e os demais sacerdotes, geriam espiritualmente o povo”.

O bispo é um presbítero ou ancião. Já que tratamos de dons ministeriais é bom esclarecer que, não obstante o vocábulo bispo ser sinônimo de presbítero, as funções são distintas. As duas têm o significado de ancião. Segundo a Biblia de Estudo Pentecostal - As palavras “presbítero” - Grego – PRESBUTEROS – Tt. 1:5. – e “Bispo - Grego – EPISKOPOS – Tt. 1:7. – São equivalentes e se referem ao mesmo cargo eclesiastico.

Presbítero - indica maturidade e dignidade espirituais necessárias ao cargo.
Bispo - se refere ao trabalho de supervisionar a Igreja como administrado da casa de Deus.

Bispo é um homem experimentado que já empregou todos os seus valores pessoais, para estar total e completamente a serviço da Igreja, em busca do fortalecimento e crescimento do Corpo.

No Velho Testamento, os “anciãos representavam o povo nos sacrifícios (Lv. 4:15) representavam a cidade perante o profeta (I Sm. 16:4) eram “cabeça” do povo (Is. 9:15)”.

A Igreja do Senhor contava com esse ministério no seu começo, a exemplo da prática judaica, absorvida naturalmente pela novel Igreja, conforme descreve Atos: DE MILETO, MANDOU A ÉFESO CHAMAR OS ANCIÃOS DA IGREJA” – At. 20:17.

Ao contrario dos diáconos, que se dedicavam as funções materiais na Igreja, os presbíteros dirigiam Igrejas, pois eram também pastores de ovelhas (Tt. 1:5). – OS PREBITEROS QUE GOVERNAM BEM SEJAM ESTIMADOS POR DIGNOS DE DUPLICADA HONRA, PRINCIPALMENTE AOS QUE TRABALHAM NA PALAVRA E NA DOUTRINA, I Tm. 5:17, tanto que Pedro e João eram chamados presbíteros, conforme I Pe. 5:1 e II Jo. 1 e, portanto, se ocupavam da Palavra, e até viviam do Evangelho.

O que fica claro é que presbítero é sinônimo de ancião tanto para sua função primária, quanto para a supervisão, com a função de bispo.

No comentário de rodapé da Biblia de Estudo Pentecostal, de Atos 14:23 - E, havendo-lhes por comum consentimento eleito anciãos em cada Igreja, orando como jejuns, os encomendaram ao Senhor em que haviam crido, diz que “Consagração de anciãos ou presbíteros (aqui ministro e pastores), foi feita não somente pela busca da vontade do Espirito Santo, mediante a oração e jejum, como também através de um exame do caráter, dos dons espirituais, da reputação e da vida irrepreensível dos candidatos ao digno cargo (I Tm. 3:1-10). Se fossem achados irrepreensíveis, seriam consagrados.

Sempre pela oração e jejum, seguida da imposição de mãos, os presbíteros já consagrado, indicavam e escolhiam os novos anciãos (At. 14:23 e Tt. 1:5), com a confirmação do Espirito Santo.

A ORDENANÇA DE CRISTO REQUER O OFICIO DE PRESBÍTERO

Efésios 4 diz que estes oficiais foram estabelecidos por Cristo, para que nós (os santos) não sejamos mais crianças levadas de um lado para outro por todo vento de doutrina.

Cristo sabia que necessitamos de presbíteros. Observe em Atos 20:25 - “... O REBANHO SOBRE O QUAL O ESPIRITO SANTO VOS CONSTITUIU BISPOS”. O presbítero biblico não é presbítero apenas porque ele escolheu esta função como sua carreira; O presbítero é alguém colocado por Cristo neste oficio. O Espirito Santo o constituiu um supervisor do rebanho de Cristo. O presbítero tem de cuidar do rebanho e alimentá-lo (literalmente, fornecer pasto). Essa não é uma posição que você designa para si mesmo.

Somo mais sábios do que Deus? Ele, que designou tal ministério, haverá de rejeita-lo como leviandade, porque decidimos que temos superado a necessidade de tal ministério? O oficio do presbítero que proclama a Palavra da Vida com regularidade, a cada semana, noite e dia, de casa em casa ou publicamente, é extremamente essencial. É uma ordenança de Cristo.

A ESSÊNCIA DA OBRA NECESSITA DO OFICIO DE PRESBÍTERO

Romanos 10:14, Paulo nos apresenta a razão (objetivo ou proposito) fundamental por que Cristo estabeleceu os presbíteros – ‘COMO, PORÉM, INVOCARÃO AQUELE EM QUEM NÃO CRERAM? E COMO CRERÃO NAQUELE DE QUEM NADA OUVIRAM? E COMO OUVIRÃO, SE NÃO HÁ QUEM PREGUE?”

Observe a pergunta de Paulo, a pergunta do Novo Testamento: Como é que Cristo falará à sua alma, para a sua salvação, se não houver um pregador?

Quando Paulo esteve entre os efésios durante aquele muitos meses, a essência de sua mensagem foi o arrependimento e a fé para a salvação. Em essência, o proposito de todo trabalho de Paulo foi pregar o arrependimento para com Deus e a Fé me Jesus, para a salvação dos pecadores e a edificação do corpo de Cristo.

Em I Timotéo 4:16, o apostolo Paulo disse a Timotéo: “TEM CUIDADO DE TI ESMO E DA DOUTRINA. CONTINUA NESTES DEVERES; PORQUE, FAZENDO ASSIM, SALVARÁS TANTO A TI MESMO COMO AOS TEUS OUVINTES”. O coração de Paulo vibrava com a salvação daqueles que ouviam a pregação do evangelho. O alvo, o objetivo e a propria essência de nossa obra é a salvação da alma daqueles que se encontram sob o nosso ministério.

Paulo não partiu de Creta sem deixar ali alguém para completar a obra iniciada. O apostolo disse a Tito: “POR ESTA CAUSA TE DEIXEI EM CRETA, PARA QUE PUSESSES EM ORDEM AS COISAS RESTANTES, BEM COMO, EM CADA CIDADE CONSTITUÍSSES PRESBÍTEROS” – Tt. 1:5. Isto era vital! Os apóstolos sabiam que era melhor não deixa a obra apenas em seu estágio inicial.

O objetivo do presbítero não termina quando pessoas se convertem ou você pensa que elas estão convertidas. É por isso que temos de ir de casa em casa, com lagrimas e labores; é por isso que temos de permanecer de joelhos e temos de perscrutar as consciências. O objetivo do presbítero é a salvação de pessoas e nada menos do que isto.

A tarefa do presbítero consiste em edificar as muralhas de Sião, em meio a inimigos violentos. Nas escrituras somos chamados de cooperadores de Deus – “PORQUE DE DEUS SOMOS COOPERADORES; LAVOURA DE DEUS, EDIFÍCIO DE DEUS SOIS VOS” – I Co. 3:9. Somos cooperadores de Deus no edificar a Igreja. Você lembra de Neemias quando ele trabalhava na reconstrução das muralhas de Jerusalém? As pessoas se mostraram dispostas para fazer a obra.

Em uma das mãos, elas tinham uma colher de pedreiro e na outra mão, uma espada. Enquanto edificavam a muralha com os materiais de construção, os judeus tinham necessidade de defender-se contra os inimigos que desejavam destruir muralha. Houve zombaria, blasfêmias, resistências, táticas e artifícios políticos que visavam arruinar a obra - Tudo que os inimigos podiam fazer para destruir aquela muralha, a cidade e a sua proteção. Quando Sambalate desejou que Neemias descesse para conversar com ele sobre a obra, Neemias, respondeu-lhe: “NÃO POSSO DESCER. TENHO DE CONSTRUIR UMA MURALHA E NÃO POSSO DESPERDIÇAR MEU TEMPO CONVERSANDO COMO VOCÊ”.

Cristo estabeleceu o oficio de presbítero para a construção das muralhas de Sião em meio aos inimigos. Pessoas que se passam por ovelhas frequentemente deixam rastros de lobos. O pastor corre o risco de ter todo o seu rebanho devorado, enquanto ele próprio se assenta e dorme, na vã esperança de que seu rebanho está se alimentando sozinho.

COMPETE AO PRESBÍTERO
  • Manter a ética e o decoro eclesiástico dentro da Igreja e fora dela;
  • Assessorar o Pastor ou dirigente a quem é subordinado;
  • Estar à disposição do Pastor para ser movimentado ou transferido para trabalhar em qualquer congregação na cidade ou fora dela, desde que haja compatibilidade com sua vida secular e familiar;
  • Dirigir congregação quando comissionado pelo Pastor com todas as obrigações;
  • Visitar enfermos e afastados, ministrando assistência espiritual e social aos necessitados;
  • Ministrar a Ceia, batismo, unção, casamento e outras cerimônias comissionadas pelo Pastor;
  • Ensinar os princípios doutrinários básicos que norteiam a fé cristã;
  • Participar de reunião de obreiro, assembléia geral ordinária ou extraordinária, ou convocação do Pastor para o que for necessário;
  • Estar preparado intelectualmente para representar seu Pastor, caso seja comissionado para tal.
é VETADO AO PRESBÍTERO:
  • Aceitar que falem mal do seu Pastor em púlpito ou fora dele;
  • Insinuar ou permitir insinuações conspiratórias ao ministério ou a pessoa do seu Pastor;
  • Rebelar-se ou desobedecer ordens do ministério com os quais ele mesmo concordou em reunião;
  • Propagar heresias ou dissimular a Bíblia no púlpito ou fora dele;
  • Se apoderar de bens da Igreja ou se apropriar de valores pecuniários;
  • Oprimir crentes sob sua responsabilidade com ameaças usando textos isolados da Biblia, forçando sua interpretação para fins escusos;
  • Usar o púlpito para descarregar seus problemas pessoais e palavras pejorativas;
  • Usar seu dom para aviltar e enganar o incauto;
  • Traficar influência ministerial para proveito de si ou de outrem.
SÃO DIREITOS DOS PRESBÍTEROS:
  • Ser respeitado e honrado pelos crentes e pelo seu Pastor;
  • Não ser repreendido na frente dos crentes;
  • Ser aproveitado no ministério de acordo com sua capacidade e destreza;
  • Ter duplicada honra, ser idôneo e diligente no que faz;
  • Ser atendido e assistido pela igreja em suas necessidades;
  • Ter prioridade em audiências com o Pastor.
O slogan do ministério de João Batista era: “Importa que ele cresça e eu diminua”, na mesma proporção. Por isso, João Batista foi considerado o maior homem nascido de mulher.

Semelhantemente, não reivindicou título, mas se definiu como “voz”, porque a palavra viva que se fez carne era o Senhor Jesus.

O trabalho diligente feito com determinação e galhardia determinará a altura e a profundidade do presbítero. A visão que o obreiro tem do Reino de Deus determinará o horizonte do seu ministério.

Os homens estão buscando para si títulos de bispos, papas e apóstolos, mas Jesus ensinou-nos a sermos servos.

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